Sobre metodologias.

O planejador é um artista da racionalidade.

Em breve! Cenários de Sepetiba.

Por enquanto, comparando centralidades…
Sem dúvida, uma metodologia espetacular.

(polidori, em 17/09/2011).



Cenários do PDS – Sepetiba

E se nos propusermos à expansão da nossa cognição?

O conhecimento prévio sobre o espaço tridimensional (ou ainda o espaço-tempo, n-dimensional) e a reflexão do observador são base para a percepção humana. A representação do conhecimento pode ser compreendida em diferentes escalas sendo que a visão do espaço é genérica ao observador num primeiro momento.

Quando passamos a observar mais detalhes, nossa complexidade cognitiva se expande, dado o grau de detalhe do dado disponível (imagem, animação, vídeo, realidade?) e do domínio de interpretação e explanação do observador. Pensemos então, rapidamente, emtonalidade, padrão, forma, tamanho, densidade, textura, sombra, posição, contexto (…). Algo muda?

E se pensarmos nas relações entre os elementos visíveis? Isso modifica nossa percepção? Assim, reflexões para o processo de planejamento envolvem análises em que nos baseamos na segmentação cognitiva, com bases hierárquicas, relacionando elementos de interesse?

Para George Chadwick, em A systems View of Planning, o planejamento é uma ciência com lugar para intuição e criatividade, qualidades essenciais às atividades de planejamento: o planejador é umartista da racionalidade voltado às atividades humanas.

… insisto: percepção a respeito das relações entre elementos visíveis … (?) …

O planejador é um artista da racionalidade.


Cenários do PDS-Sepetiba: podemos seguir este caminho.

Sobre a abordagem sistêmica do Plano de Desenvolvimento Sustentável da Baía de Sepetiba.

Abordagem sistêmica do PDS: em busca de novas visões para o planejamento.

É fácil? É possível? Quais são os nossos instrumentos? Em que espaços estamos trabalhando? O que queremos ver?

… o espaço de fluxos …

“Naturalmente, o PDS Sepetiba deve contemplar uma articulação entre esses diversos planos e diretrizes, buscando dar coerência e eficácia às ações setoriais já programadas e minimizar possíveis conflitos entre elas.

Com isso, uma das questões metodológicas centrais passa a ser a seguinte: como fazer convergir visões, estratégias e ações desenvolvidas em diversos âmbitos e agências?

E como fazer conversar planos que foram desenvolvidos em épocas distintas com finalidades distintas, de forma a articular de forma eficiente as informações existentes e hierarquizar um programa de intervenções único e coerente, traduzível em um programa de investimentos?

Para dar conta dessa complexidade de níveis e inter-relações, esta proposta prevê uma abordagem metodológica sistêmica, que parte da definição dos elementos essenciais articulados pelos planos e projetos já elaborados ou em andamento com o foco na Baía de Sepetiba e da identificação das relações existentes ou previsíveis entre esses elementos, de forma a poder caracterizar um todo articulado.

Tal abordagem tem por objetivo identificar a existência de relações compatíveis (“sinérgicas”) ou conflitantes (“alérgicas”) entre esses elementos, permitindo a sua caracterização e manipulação em um processo racional de planejamento regional.”

——– Extraído do Plano de Trabalho do PDS-Sepetiba, 2011 ——–

Matriz de Relacionamento: permite análise dinâmica das relações entre os elementos.

Sobre o planejamento, um instante de inocência: e se?

Um instante de inocência: e se?
“Caminhos não há, mas os pés na grama os inventarão” (Ferreira Gullar).

Cenários do PDS – Sepetiba: em construção.

O PDS-Sepetiba estrutura-se IDENTIFICANDO relações. ENTENDENDO a complexidade das relações. E aceitando a necessidade de inovação e criatividade para a discussão dos problemas.

PDS Sepetiba e Alexander: uma linguagem da Complexidade.

Os principais fundamentos do universo teórico de Alexander aparecem na sua obra “Notes of the synthesis of form (1997)”, publicada originalmente em 1964, resultado de sua tese de doutorado. Refere-se a uma investigação a respeito do problema do agenciamento das variáveis envolvidas em processos de projeto (design), sejam esses relacionados à concepção e à produção de um objeto utilitário até a complexidade crescente, em conteúdo, densidade e forma, dos assentamentos humanos.

Sobre metodologias. Sob o céu de Sepetiba…

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