é sempre pior do que se pode imaginar…

Cenários de Sepetiba. Temos três: o Contemporâneo (quase tendencial), o Metabólico (tudo o que se espera de um bom sistema de gestão ambiental) e o Pós-Industrial (aquilo que pode acontecer se nada acontecer).

Naturalmente, as reações ficaram divididas entre a repulsa ao Contemporâneo e a idolatria ao Metabólico. O Pós-Industrial instigou.

Agora vejo nos jornais um derramamento de óleo nas plataformas da Petrobras na bacia de Campos que já pode ser visto do espaço, (http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/11/16/chevron-comeca-a-lacrar-poco-de-petroleo-que-apresenta-vazamento-na-bacia-de-campos.jhtm) e a reação truculenta da TK-CSA contra os pareceres de pesquisadores da FIOCRUZ, processando-os. Mas os impactos ambientais continuam. E não sei de nenhum posicionamento do governo do Rio.

Em qual cenário vocês apostam?

RR

… sobre design & planejamento estratégico…

… ‘design infere ‘intenção, propósito, arranjo de elementos ou detalhes num dado padrão artístico’… sim… o design consiste no oposto à criação arbitrária, sem objetivo ou de baixa complexidade’…. http://ueaplanejamento.com.br/blog/?page_id=355